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Metas para 2018: nunca é tarde para querer e fazer por

14 de Abril de 2018: eis a altura ideal para definir metas! O segundo trimestre deste novo ano já está a decorrer e urge a necessidade de refletir! O que estamos, afinal, a fazer com ele, por nós? Deixado para trás o passado, podemos e devemos segurar o presente repensando e alinhando o futuro. É preciso, então, delinear ostensivamente o que queremos conquistar e, sobretudo, como vamos proceder para efetivamente o conseguir.

A começar este ano e a continuar, ininterruptamente, nos próximos que se lhe seguem, eu quero e eu espero:

  • Agradecer mais e melhor, apreciando tudo aquilo a que tenho acesso e reconhecendo a relevância de cada pessoa e de cada singular pormenor
  • Cuidar do meu corpo e da minha alma, descobrindo o que garante a minha estabilidade e esforçando-me por jamais alimentar possíveis carências
  • Aprender a amar-me em primeiro lugar sem negligenciar os outros, percebendo e assumindo que só poderei ser para mais alguém quando me tiver a mim
  • Ser mais otimista, aceitando as coisas exatamente como elas são e encontrando em cada uma a sua razão de existir, sem questionar ou contestar
  • Investir mais em experiências e menos em bens materiais, sendo capaz de estabelecer as minhas prioridades tendo em conta o que me faz bem e feliz
  • Praticar o desapego, suprimindo cautelosa e progressivamente qualquer dependência exercida em mim por outras pessoas e, predominantemente, por objetos
  • Compreender mais de mais temáticas, dedicando tempo à pesquisa e análise de assuntos e conteúdos que considere relevantes e meritórios
  • Trabalhar no meu enriquecimento pessoal, responsabilizando-me por adquirir e incrementar novas competências e capacidades, sem desprezar as anteriores

 

Hoje, eu quero e eu vou:

  • Sair da minha zona de conforto e expor a minha vulnerabilidade, admitindo,pois, o quanto isso pode favorecer o meu progresso
  • Renunciar a todos os medos e ousar fazer o que julgava impensável, abstraindo-me de quaisquer julgamentos ou críticas não construtivas
  • Acreditar que posso e sou capaz, comprometendo-me a batalhar por isso sem desistir aquando do primeiro obstáculo ou contrariedade

 

Acima de tudo e de qualquer outra coisa? Estou mais do que disposta a ASSUMIR A MINHA CULPA nos sucessivos episódios desta que é a nossa crónica.

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