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The Vampire Diaries: a série que nos faz atingir o inalcançável

The Vampire Diaries. Ouvir falar em vampiros e não me recordar da melhor série de sempre (a única que, muito provavelmente, reverei vezes sem conta!) é pura e simplesmente impossível, quase tanto como me esquecer do meu próprio nome (tarefa que, acreditem, as pessoas mais próximas a mim tornam árdua e fatigante)! Não há mesmo como não reviver os arrepios provocados e as mil e uma sensações desencadeadas por cada um dos cento e setenta e um episódios que compõem as oito impressionantes temporadas desta história que vai, com certeza, envolver-te.

Através de uma intriga estonteante recheada de pequenas mas deveras complexas histórias individuais que se interligam e conectam eclodindo num conjunto interminável de acontecimentos, somos incessantemente ameaçados pelo perigo a que estamos diariamente sujeitos e pelo fatual medo de enfrentar a morte. Entre pescoços quebrados (das mais variadas maneiras) e intimidades à flor da pele; damos, por nós, a questionar, o tangível valor das emoções humanas. O que as provoca e o que é mais capaz de as suster? O atual presente, o irremediável passado ou o incógnito futuro?

O bem e o mal são, então, ostentados, nem sempre como opostos extremos; mas, mais vezes do que aquelas que seriam de se esperar, como semelhantes próximos separados apenas por um ténue e quase fugaz senso do que está certo e do que poderá ser encarado como errado. Em distintas alturas, o grupo é confrontado com a difícil (se não inconcebível) escolha do melhor para eles e para os seus, vendo-se obrigados a abdicar e a prescindir de outras coisas que, embora não justificando no final a prioridade, lhes são importantes. Exageradamente, deixam espelhar conflitos internos que nos afetam também a nós, com maior ou mais escassa frequência.

“The best rule of truly living: do the thing you´re afraid of!”

Acima de tudo, vivemos (quase como se fizéssemos parte) os romances épicos avassaladores (delena ou stelena, quem não?);

e as amizades (mesmo as mais improváveis!) que enfrentam tudo e todos sem fracassar; assistindo à evolução progressiva de cada um dos personagens enquanto descobrem quem são e de onde vêm. A discrepância entre o real e o sobrenatural desvanece-se; assumindo-se o verdadeiro amor como o grande responsável pelo início e pelo fim de cada partição da nossa existência.

“You can´t sit and wait for life to come. You have to go get it.”

Parece-te bom? Pois sabe bem melhor! Então? De que estás à espera?

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