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Barcelona em 48h – O segundo dia

Depois de umas horas de sono e de recuperadas algumas boas energias, importa, pois, levantar cedo; e começar o quanto antes: afinal, o tempo não para e ainda temos umas quantas coisas por conhecer!

Para começar em grande (e abrir o apetite para o restante do dia!), nada como descobrir o Park Guell. Através do ingresso (que aconselho vivamente a adquirirem previamente pela internet), têm acesso à zona monumental e tudo o que ela oferece: a casa do guarda (dentro da qual podem beneficiar de uma vista excecional de todo o parque e ficar a saber um pouco mais sobre a história deste e doutros marcos da cidade), a escadaria monumental (na qual encontramos belíssimos “elementos escultóricos revestidos de cerâmica partida”), a sala hipostila (cuja arquitetura surpreende até os mais desinteressados pela área), a praça da natureza (com o banco ondulado eleito o mais fotogénico pelos turistas) e o pórtico da lavandeira (composto por distintos mas uniformes contrafortes).

Perto (e ao mesmo tempo longe!) deste pequeno grande mundo; temos o Turó de les Tres Creus: o melhor e mais excecional miradouro de Barcelona. Ali, contrariando o medo do vazio, conseguimos até vislumbrar Tibidabo; uma alta montanha à qual podem (e devem, numa próxima visita) chegar ou de carro ou pelo respetivo funicular.

Regressando de autocarro ao centro, começa a busca pelas casas que, por uns motivos ou outras razões, merecem o nosso tempo: a casa Vicens, a Plaça de la Vila de Grácia, a casa Fuster, a casa Comalat, o Palau del Baró de Quadras, a casa Milá, a casa Doménech i Estapá, a fundação Antoni Tàpies, a Illa de la Discórdia, o Hotel Majestic, a casa Josefa Villanueva, o Conservatori Municipal de Música de Barcelona, a casa Thomas, o Palau Ramon Montaner e a casa de les Punxes. Toda uma arquitetura e arte inspiradas no independentismo catalão que, na altura, serviam perfeitamente o propósito de valorizar e evidenciar o poder económico de Barcelona perante outras cidades.

Após o almoço, podemos e devemos começar pela Sagrada Família; cujo interior vale a pena (e o tempo de espera na enorme fila) visitar apenas no caso de se apreciar figuras e curiosidades mais religiosas. De lá, podemos chegar ao Mercat de la Concepció e à Església de la Concepció, para atravessar o Passatge Permanyer e alcançar a Plaça de Catalunya.

A partir daí, encontramos facilmente o Hard Rock Café (paragem obrigatória para todos, inclusive os que nunca ouviram falar); passamos, então, pela Catedral de Barcelona e reconhecemos o Palau de la Generalitat de Catalunya.

Infelizmente, por agora é tudo. Mas reconhecemos esclarecidamente que vamos voltar. Dois dias depois e, infelizmente, ainda ficou tanto por descobrir…

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